Apetece-me escrever.
Não sei o quê,
nem sei como,
apenas quero escrever.
Há tanta coisa que escrever,
sociedade, crise, guerra,
paz, até mesmo
criticar o estado do país,
que já agora, está uma miséria.
Mas não sei o que escrever.
Não sei o que gatafunhar no papel.
Quero escrever sobre nada.
Sobre o vazio.
O que se pode escrever sobre o vazio?
Nada, é o que se pode escrever sobre o vazio.
E agora? O que escrevo?
Posso falar de filmes
como o Tubarão,
ou outro qualquer,
mas esses filmes são fantasia,
acabam por não ser reais.
O que é real?
Real é o que nós sentimos?
E se não sentirmos nada?
Quem não sente, não sente a realidade?
Para ele nada é real?
É tudo um sonho, uma fantasia.
Mas e se a realidade não existir?
Vivíamos num mundo de sonho.
Assim parece que a única coisa,
que nos separa da realidade
é o sono.
Ao adormecer, entramos num mundo irreal,
ao acordar, entramos no “mundo real”.
E aí temos a noção de que a realidade
nem sempre é o que sonhamos,
de que a vida é dura.
Não sei o quê,
nem sei como,
apenas quero escrever.
Há tanta coisa que escrever,
sociedade, crise, guerra,
paz, até mesmo
criticar o estado do país,
que já agora, está uma miséria.
Mas não sei o que escrever.
Não sei o que gatafunhar no papel.
Quero escrever sobre nada.
Sobre o vazio.
O que se pode escrever sobre o vazio?
Nada, é o que se pode escrever sobre o vazio.
E agora? O que escrevo?
Posso falar de filmes
como o Tubarão,
ou outro qualquer,
mas esses filmes são fantasia,
acabam por não ser reais.
O que é real?
Real é o que nós sentimos?
E se não sentirmos nada?
Quem não sente, não sente a realidade?
Para ele nada é real?
É tudo um sonho, uma fantasia.
Mas e se a realidade não existir?
Vivíamos num mundo de sonho.
Assim parece que a única coisa,
que nos separa da realidade
é o sono.
Ao adormecer, entramos num mundo irreal,
ao acordar, entramos no “mundo real”.
E aí temos a noção de que a realidade
nem sempre é o que sonhamos,
de que a vida é dura.

Sem comentários:
Enviar um comentário