Magia…
No meio do espectáculo,
O mágico prepara-se…
Enfia-se numa caixa…
Prepara-se o truque mais fantástico,
em que o magico se enfia numa caixa,
onde são cravadas várias espadas.
Como se de uma almofada de alfinetes se tratasse
Inicia-se o truque.
Já fora feito inúmeras vezes,
não há razão para correr mal,
Mas corre…
Ao ser enfiada a primeira espada,
esta atravessa o coração do mágico.
Da caixa sai um liquido vermelho,
De como sangue se tratasse.
O público sofre um nervoso miudinho.
Será que está morto?
É enfiada a segunda espada…
E a terceira…
Quarta…
O truque chega ao fim.
São retiradas as espadas,
encharcadas em sangue.
Adivinha-se o fatídico final.
A morte do mágico é mais que certa
Ao abrirem a caixa,
lá está o mágico,
ileso.
Como é possível?
Magia…
Fim do espectáculo.
E o público aplaude de pé,
no dia em que o truque correu mal…
No meio do espectáculo,
O mágico prepara-se…
Enfia-se numa caixa…
Prepara-se o truque mais fantástico,
em que o magico se enfia numa caixa,
onde são cravadas várias espadas.
Como se de uma almofada de alfinetes se tratasse
Inicia-se o truque.
Já fora feito inúmeras vezes,
não há razão para correr mal,
Mas corre…
Ao ser enfiada a primeira espada,
esta atravessa o coração do mágico.
Da caixa sai um liquido vermelho,
De como sangue se tratasse.
O público sofre um nervoso miudinho.
Será que está morto?
É enfiada a segunda espada…
E a terceira…
Quarta…
O truque chega ao fim.
São retiradas as espadas,
encharcadas em sangue.
Adivinha-se o fatídico final.
A morte do mágico é mais que certa
Ao abrirem a caixa,
lá está o mágico,
ileso.
Como é possível?
Magia…
Fim do espectáculo.
E o público aplaude de pé,
no dia em que o truque correu mal…
